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Mostrando postagens de Julho, 2011

Bem, Fulano, do que é mesmo que eu estava falando?

Bem, querido, eu  me imaginei falando. É, vou dizer querido, porque sempre quis falar assim, mas nunca acho oportunidades. Talvez diga só bem, Fulano, mas vai tem que soar como eu quero, bem direto e maduro, tem que ter um tom que mostre que eu sei o que estou falando, apesar de, que, apesar de novo, eu treino tudo aqui na minha cabeça e não sai nem metade desse discurso todo e sai mais da metade de bobagens que vão fluindo feito uma correnteza. Ai, se eu soubesse dizer tudo bem direitinho. Vou treinar. Decorar como um texto, como as respostas de geografia que eu decorava na  6ª série, as fórmulas de física, aquela coisa toda. Vai dar certo, dizem que, se você pedir muito uma coisa, o universo te ajuda. Mas eu não acredito. Porque já pedi muito muitas coisas e nunca fui atendida. Quem sabe um dia. Tomara que seja nesse dia. Querido Universo, ajude-me neste dia. E, vou parar de chamar todo mundo de querido, porque vai parecer falsidade. Então, vou explicar todas aquelas coisas que não …

Pássaros.

Adoro acordar com o canto dos pássaros. E dormir novamente com a melodia embalando meu sono.
Quando eu tiver minha casa, vou ter um jardim cheio de flores, de todas as cores, cheio de coisas que os pássaros gostam, coisas que eu não sei dizer o que são, mas que descobrirei. E as colocarei nesse belo jardim que terei, que ficará ao lado do meu quarto. Haverá uma janela muito grande e umas cortinas cor de marfim. Então, amanhecerá o dia, os pássaros virão e cantarão na minha janela, que estará sempre aberta para que eles se sintam à vontade. E verão meu sorriso e minha satisfação interna. E cantarão durante todos os dias. E eu serei muito feliz.