com orgulho e com sorriso.

Então parou de chorar, enxugou as lágrimas e decidiu-se por ir à luta. Não, não deixaria essa chance passar. Agarraria com unhas e dentes. Porque eram poucas as coisas das quais ela tinha certeza. E essa era uma delas. Não perderia.
E fez tudo o que pôde, e fez até mais do que podia. E mais do que devia, e mais do que esperava dela mesma que fizesse. Mas fez e ficou orgulhosa do que tinha feito. Porque sempre desistia no começo, porque sempre era pessimista e porque nunca arriscava. E havia dado o seu melhor. Mesmo que não conseguisse, dessa vez, não se arrependeria. Não olharia pra trás, não pediria silêncio, não choraria um rio de lágrimas.
Bateu no lado esquerdo do peito e ficou feliz por ter dado ouvidos ao seu coração, ficou aliviada por ter feito, uma vez na vida, o que tinha vontade. Sem ouvir conselhos e sermões, sem pensar nas consequências, ignorando a razão.

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